Há 20 anos a técnica de osseointegração revolucionou a Odontologia. Originalmente criado para a reabilitação de desdentados totais, o procedimento consiste no implante de um “pino” de titânio no maxilar do paciente, que se integra ao osso, formando uma raiz artificial, sobre a qual é colocada uma prótese. Em “Implantes curtos em áreas posteriores quando não é necessário enxerto” (PAP-009), a professora-doutora em Reabilitação Oral Ivete Aparecida de Mattias Sartori vai falar às 12 horas de 2 de fevereiro sobre técnicas menos invasivas, que permitem o mesmo efeito com menores riscos ao paciente.
“Novos produtos, como os implantes curtos, e novas técnicas, como as cirurgias guiadas, vêm permitindo reabilitações com utilização do osso disponível, tanto em maxilas quanto em mandíbulas”, diz a especialista, que coordena o curso de Mestrado em Odontologia, área de Concentração Implantologia, do ILAPEO – Instituto Latino Americano de Pesquisas Odontológicas.
