Como prever o tipo de prótese em casos clínicos

16 12 2009

Na Odontologia contemporânea, baseada em evidências científicas e clínicas, a busca por resultados estéticos previsíveis é o objetivo da maior parte dos procedimentos na clínica. Na palestra “Estética em prótese sobre implante. Qual o limite para o número de procedimentos cirúrgicos?” (PAP-011), marcada para às 12 horas de 30 de janeiro, o professor Luciano de Castellucci Barbosa vai explicar como planejar e conduzir os casos clínicos, mostrando as técnicas disponíveis para o profissional antever o tipo de prótese mais adequada e, consequentemente, definir uma conduta clínica. 

“Procedimentos cirúrgicos bem planejados e indicados podem dar características naturais aos contornos gengivais. No entanto, principalmente em casos clínicos de ausências múltiplas ou totais de dentes, as próteses dento-gengivais podem fornecer resultados mais previsíveis”, diz o professor da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia, que é mestre e doutor em Reabilitação Oral pela Universidade de São Paulo (USP).





Implantes imediatos – quando usar?

3 12 2009

Cresce a cada dia a substituição de dentes comprometidos por implantes em determinadas áreas da boca de alta exigência estética. Para auxiliar o profissional a identificar as diferentes características e potenciais riscos dos implantes, além de definir a melhor abordagem clínica em cada situação, os especialistas Mauro Tosta e Paulo Fernando Mesquita de Carvalho vão falar sobre  “Zona Estética: implantes imediatos quando utilizar”, a partir das 12 horas de 1o de fevereiro, no Simpósio Avançado (SAV-005).  

“Este tema é indiscutivelmente um dos hot topics da atualidade”, avalia Mauro Tosta, especialista em Implantologia e Peridontia. Ele entende que hoje a excelência estética e a previsibilidade são as “palavras de ordem”. Mas adverte que, para alcançar este resultado, o profissional terá de enfrentar grandes desafios, como solucionar os defeitos ósseos e dos tecidos moles e as alterações no rebordo alveolar pós-extração.  

Para o professor de Periodontia e Implantologia, Paulo Fernando de Carvalho, da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD de Piracicaba, a indicação dos implantes imediatos pode ser uma excelente abordagem desde que os aspectos biológicos e das implicações clínicas sejam corretamente interpretados. O profissional precisa ficar atento aos protocolos de reconstrução tecidual. “Em situações  complexas, que envolvam implantes adjacentes, as estratégias devem ser individualizadas para a obtenção de resultados estéticos e funcionais satisfatórios”, afirma.





Implantes – quando o enxerto não é necessário

2 12 2009

Há 20 anos a técnica de osseointegração revolucionou a Odontologia. Originalmente criado para a reabilitação de desdentados totais, o procedimento consiste no implante de um “pino” de titânio no maxilar do paciente, que se integra ao osso, formando uma raiz artificial, sobre a qual é colocada uma prótese. Em “Implantes curtos em áreas posteriores quando não é necessário enxerto” (PAP-009), a professora-doutora em Reabilitação Oral Ivete Aparecida de Mattias Sartori vai falar às 12 horas de 2 de fevereiro sobre técnicas menos invasivas, que permitem o mesmo efeito com menores riscos ao paciente.

“Novos produtos, como os implantes curtos, e novas técnicas, como as cirurgias guiadas, vêm permitindo reabilitações com utilização do osso disponível, tanto em maxilas quanto em mandíbulas”, diz a especialista, que coordena o curso de Mestrado em Odontologia, área de Concentração Implantologia, do ILAPEO – Instituto Latino Americano de Pesquisas Odontológicas.





Planejamento virtual e cirurgia guiada

30 10 2009

Mostrar como é feito um implante de forma menos invasiva é a proposta do Passo-a-Passo (PAP) com o tema “Planejamento Virtual e Cirurgia Guiada”, a ser realizado às 16 horas do dia 1o de fevereiro por Gustavo Branco Lopes Petrilli, pós-graduado em Implantodontia pela USC – Bauru.

Por meio de softwares avançados, o profissional pode planejar previamente a cirurgia. “O programa permite uma visualização muito completa da quantidade óssea do caso a ser operado e da melhor região e posicionamento tridimensional onde deverão ser instalados os implantes”, explica Petrilli, mestre em Ciências da Saúde pelo Departamento de Cabeça e Pescoço do Hospital Heliópolis e membro-adjunto do Branemark Osseointegration Center, em São Paulo.

Ao término da cirurgia virtual, o software possibilita a elaboração de um guia cirúrgico para auxiliar o profissional e tornar o procedimento de implante menos invasivo.








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